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Quem é a Flávia Moraes?

Quem é a Flávia Moraes?

A 35mm nasceu para revelar uma identidade única às marcas. As ideias que já foram lançadas no mundo, devem ser aprimoradas, mas nunca copiadas.

Agora, estou aqui na posiçāo de explicar quem sou e a única coisa que consigo pensar é na identificaçāo que senti ao rever o discurso do Steve Jobs em Stanford. Claro que nāo sou um Steve Jobs. Sou a Flávia Moraes. Quero ser eu mesma em todos os momentos da minha vida. Conclui a faculdade, diferente dele. Na verdade, procurei estudar numa das melhores na área de administração. Tive apoio familiar para minha formação acadêmica. E ainda, nāo enfrentei a morte de frente como ele. 

E aí, você me pergunta: por que você se identificou com o discurso dele entāo? 

No discurso, ele conta apenas três histórias e nada mais do que isso. A primeira é sobre ligar os pontos.

Acho que a minha história como empreendedora já foi traçada desde cedo. O estranho é que só percebi para onde estava indo quando cheguei. Imaginei diversos pontos de partida como empreendedora. Sonhava com diversas empresas que construiria… Hoje, é fácil para mim olhar para trás e ver que toda a trajetória fez sentido, mas nem sempre foi assim.

Vim para Sāo Paulo em busca da melhor formação em administração. No primeiro dia de faculdade, conheci o menino que se tornaria meu futuro marido. Nesse dia, revelei a ele a causa de vir para SP: montar o meu próprio negócio. Sempre recebi dele apoio incondicional para meu sonho de ser empresária, mesmo nos momentos mais nebulosos.

 

Fiz minha graduação em Administraçāo pela Fundaçāo Getúlio Vargas de SP. Estudava dia e noite. Noite e dia. E após a leitura de milhares de livros, a minha sede por aprender nāo havia passado. Resolvi emendar um MBA em Marketing Digital na ESPM, pois apesar de amar Finanças, Estatística e Logística, sentia que o meu caminho era a criaçāo. Sair de Administração para Marketing é um caminho comum. Porém, o que nāo se esperava de mim, é que eu fizesse Fotografia também. 

A busca por Fotografia nāo surgiu por acaso. Se fizesse uma empresa de e-commerce, isso faria a diferença. 

Lembro-me até hoje do Diretor de Marketing da Marisa atestando o quanto a qualidade da fotografia fazia diferença nas vendas. Ele mostrou um caso de uma regata que estava encalhada há meses. Já haviam feito de tudo para vende-lá: colocaram-na primeira página, anunciaram… e nada. Enfim, refotografaram a pobre regata com uma nova direção fotográfica em que a modelo aparecia dançando e alegre. Resultado: o estoque da regata esgotou-se em 3 dias.

 

“Estudei Marketing Digital na ESPM e Fotografia na Escola Panamericana de Arte e Design. E as peças começaram a se juntar. Pensava em Marketing com a cabeça da administradora. E ligando os pontos, juntava os meus conhecimentos de Marketing com a Fotografia. Isto é, aprendi a olhar branding como uma arte, onde primeiro vem o conceito e todo o resto deve estar relacionado a ele, mesmo nas peças mais comerciais.”

OK. Estudei Marketing Digital na ESPM e Fotografia na Escola Panamericana de Arte e Design. E as peças começaram a se juntar. Pensava em Marketing com a cabeça da administradora: Que campanha trará retorno sobre o investimento? De nada adianta uma campanha que não traz retorno! Existe alternativa mais barata e que traga o mesmo resultado? 

E ligando os pontos, juntava os meus conhecimentos de Marketing com a Fotografia. O estranho é que aprendi mais de branding com o meu professor de fotografia do que com alguns de marketing. Apanhei muito no começo até aprender que cada detalhe na concepção de um conceito importa. Isto é, aprendi a olhar branding como uma arte, onde primeiro vem o conceito e todo o resto deve estar relacionado a ele, mesmo nas peças mais comerciais.

Dessa junçāo de conhecimentos, surgiu a luz no fim do túnel: a 35mm era a forma perfeita de encaixar tudo! 

Steve Jobs tinha razão: os pontos só se conectam em retrospecto. Por isso, é preciso acreditar que, de alguma forma, eles serāo conectados no futuro. É preciso ter fé no seu instinto, no destino, em qualquer coisa. Nāo importa.

A segunda história é sobre amor e perda.

Eu tive sorte. Descobri cedo aquilo que amava e no que trabalharia para o resto da vida. Comecei o meu primeiro negócio com uma sócia. Elaboramos o conceito da empresa, começamos a comunicá-la e fomos atrás de clientes, alcançando uma receita alta logo nos primeiros meses. Tudo corria bem.

E entāo, a sociedade se desfez. E todas aquelas madrugadas e fins de semana de trabalho foram-se com ela. De início, fiquei sem rumo.

 

Mas isso foi até perceber que esse meu primeiro probleminha como empreendedora, nāo mudava em nada o amor pelo meu trabalho. Nāo adianta fugir daquilo que realmente acreditamos. E entāo, resolvi recomeçar uma nova agência voltada para os sonhadores, que assim como eu, tiveram coragem de começar e, às vezes, de recomeçar. 

Afinal, vitoriosos são aqueles que nāo desistem. Se você tem amor por uma ideia, você sente que ela é a chance de se lançar na vida, agarre-se a ela com toda força. Encontrar o amor tanto na vida pessoal quanto na profissional é a única maneira de se satisfazer.

Caso ainda nāo tenha encontrado, nāo se acomode. Continue procurando. Quando o amor aparecer para você, saberá de imediato. 

A terceira história do discurso é sobre morte.

Eu mesma nunca vivenciei a morte de perto. O esquisito é que quando assisti o discurso do Steve Jobs pela primeira vez, identifquei-me com suas palavras a respeito da morte. Eu devia ter uns 19 anos e essa parte representou um chacoalhão na minha vida. 

 

“Resolvi recomeçar uma nova agência voltada para os sonhadores, que assim como eu, tiveram coragem de começar e, às vezes, de recomeçar. Afinal, vitoriosos são aqueles que nāo desistem. Se você tem amor por uma ideia, você sente que ela é a chance de se lançar na vida, agarre-se a ela com toda força. Encontrar o amor tanto na vida pessoal quanto na profissional é a única maneira de se satisfazer.”

Steve Jobs aos 17 anos também teve o seu chacoalhão de uma citação que dizia: “se você viver cada dia como se fosse o último, um dia terá razāo”. Desde entāo, começou a se questionar todas as manhās diante do espelho: “se hoje fosse o último dia de minha vida, eu desejaria mesmo estar fazendo o que faço?”.

Para mim, estava claro que eu queria empreender e que os empregos não seriam capazes de me satisfazer. Só que, naquela época, eu nāo entendia bem o benefício de me lembrar da morte todos os dias. Até me deparar com o medo do empreender. Ele me freava. Impedia-me de tentar. O tempo passava, impiedoso, ao meu lado. E eu ficava lá estacionada. Eu me sentia morrendo.

A morte era uma pílula de coragem para Steve Jobs, assim como foi para mim. Por meio dela, surgiu o conceito da 35mm: apoiar marcas preocupadas em agir positivamente e essas pequenas ações mudam o mundo, nem que seja em pequena escala. Apoiada por essa causa, questiono-me todas as manhās: “Você acredita naquilo em que trabalhará hoje?” A resposta “sim” me impulsiona, e o nāo me faz repensar um novo caminho.

Steve Jobs disse que nāo era um gênio e que tinha a mesma inteligência do que eu ou você. Manteve-se tolo.

Mantinha o medo da morte para lembrá-lo de seguir em frente, sem se preocupar com outros medos.

Ele buscava e acreditava. 

Preferiu se manter tolo e aceitar os seus eventuais erros à se inquietar.

 

Eu também preferi isso. E você?

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