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Profissional: A genética não pode ser tratada como a principal fonte de talento

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Profissional: A genética não pode ser tratada como a principal fonte de talento

Profissional: A genética não pode ser tratada como a principal fonte de talento

“Você nasceu para isso!”. Talvez essa frase seja apenas para quem costuma cantar. A voz é instrumento praticamente impossível de mudar. Talvez, nem mesmo para quem gosta de cantar! O talento não faz parte da genética, mas crescemos ouvindo isso. O potencial para ser excelente no que faz na verdade é determinado pela nossa vontade de ser um bom profissional . De ser bom naquilo que ama, é importante se dedicar as suas paixões.

O jornalista Tony Schwartz fala num dos seus artigos que depois de quase 50 anos praticando o esporte que ama, o tênis, somente agora têm o feito praticamente todos os dias. Apesar de já ter passado da idade para ser um profissional, ele tem tido bons momentos. Ele conta que sempre se supera. “Eu tenho tido alguns momentos incríveis nos quais eu jogo como o jogador que eu sempre quis ser.”

Apenas depois de atingir a maturidade, ele percebeu que tudo era um “mito”. Ninguém nasce com o dom e pode sim aprender e se desenvolver no que gosta. Ele acredita que devemos praticar a alta performance como objetivo, para assim conseguir estruturar a capacidade física, emocional, além da espiritual.

Assim como os músculos, tudo precisa ser trabalhado para conseguir uma estrutura resistente, para ser forte o suficiente, para evoluir. Isso já era uma ideia tratada pelo filosofo Aristóteles (384 a.C – 322 a.C).  Para ele tudo é uma questão de hábito, é isso que irá moldar cada um.

“Nós somos o que fazemos repetidamente”

+ Como os bons hábitos ajudam a criar um profissional

Quem é acostumado a uma rotina acaba aperfeiçoando-se nas suas tarefas, principalmente quando existe amor pelo que se faz. São práticas específicas que, quando criamos vínculos com elas, acabamos nos tornando cada vez melhores.

Apesar de existir essa questão do hábito levar a um conhecimento sobre a atividade exercida, o profissional não pode se deixar cair na zona de conforto. A disciplina em tentar se superar a cada dia, ser melhor do que ontem, é um fator importante na caminhada do sucesso.

 

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Essa teoria também é uma ideia de Anders Ericsson, professor  da Florida State University. Ele pesquisou sobre o assunto analisando bons profissionais de todas áreas. A conclusão foi que o que diferencia um profissional bom de outro ótimo é a busca incessante pela perfeição.

Isso é um padrão que se repete tanto nos esportes, como na literatura, medicina ou  na matemática. É aquele velho pensamento – um fato – de que ninguém é ruim, mas sim está ruim naquele momento. Isso porque ainda não tentou dar seu melhor. Um especialista configura suas táticas para corrigir as próprias falhas, por isso, ele está onde está.

Importante levar sempre em consideração os feedbacks para se construir em cima disso. No estudo foi analisado que até mesmo a personalidade pode ser mudada. Essa conclusão foi tirada depois de ter trabalhado juntamente com uma escola de teatro para modificar a desenvoltura de gestores. Houve progresso principalmente na relação com clientes, ou melhor dizendo, no ato de convencê-los, de trazer para o lado das empresas.

As características, o “dom” não é algo para os fracos, ou para quem desiste no meio do caminho.

E você, já desenvolveu seu potencial hoje?

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+ A história Judit, a mais nova campeã do xadrez

Vamos voltar nossa atenção para dois grandes pesquisadores do século passado. László e Klara Polgár resolveram tentar desmistificar, naquela época,  a ideia de que as mulheres não tinham potencial para desenvolver sua capacidade em áreas de raciocínio lógico.

Logo, eles propuseram um desafio. Puseram as três filhas para aprender xadrez. A ideia dos pais deram tão certo que logo na adolescência as filhas trouxeram orgulho para eles. No começo dos anos 2000 elas foram consideradas as melhores no jogo de tabuleiro. Aos 15 anos, Judit, a caçulinha foi consagrada a mais nova pessoa a chegar no título de “grande mestre”. Até então o recorde era de Bobby Fisher. A garota, apesar de jovem, bateu recordes.

Afinal, o que está então ligado ao sucesso? A genética não está ligada ao sucesso profissional. O estudo de Benjamin Bloom, 1985, professor de pedagogia da University of Chicago, depois de pesquisar e analisar a vida de atletas renomados, concluiu que eles chegaram a boa performance praticando, estudando com pessoas de conhecimento na área, além de receberem apoio interno.

Quer saber como desenvolver seu potencial? Então entre em contato conosco e descubra junto conosco formas de se desenvolver na vida profissional!

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